Uma semana usando de verdade (e uma pausa)
Depois que o Owl ficou de pé, passei a usar ele todo dia. E o uso foi mostrando o que incomodava.
Avisar menos
No começo, o Owl avisava a cada passo da sessão. O Claude fazia uma verificação, encontrava algo, e o notch acendia, mesmo com o meu pedido ainda longe de terminar.
Eu não queria ser chamado o tempo todo por algo que ainda não tinha acabado e com o qual eu não podia fazer nada. Pedi para o Owl me avisar só quando a sessão parasse, seja porque terminou, seja porque precisava de mim.
Na rotina
Quando peço análises ou implementações ao mesmo tempo, a notificação do sistema não deixa claro qual sessão terminou nem o que aconteceu. Com o Owl, eu vejo qual foi.
Com isso comecei a separar as sessões. Algumas podem esperar enquanto eu termino uma tarefa manual ou um raciocínio. Outras precisam de mim para seguir, e uma pausa curta para guiar o agente numa decisão já resolve.
Como o Owl só avisa, nunca teve um dia em que ele me salvou. Senti falta dele quando troquei de máquina e quando usei o Claude no Windows. Ainda penso em levar o Owl para lá, mas no Windows não existe notch, e não sei onde ele ficaria.
A pausa
Depois disso, outras tarefas pediram mais atenção, e o Owl já não precisava de tantos ajustes. Parei de mexer no código. Não corrigi bug nem criei funcionalidade, mas continuei usando todos os dias.
Não me senti culpado por parar. O Owl ajuda na minha produtividade, mas dá para viver sem ele por um tempo.
A volta
Voltei quando percebi um risco. O projeto tinha começado como teste e brincadeira e estava só num computador. Se algo acontecesse com essa máquina, o Owl sumia. E ele já funcionava bem o bastante para ir a público.
No próximo post, conto como tirei o Owl de um computador só e abri o código.